Rapidinha sobre o DN

O DN é uma marca, não é um jornal nem um site. "Habituem-se". O DN não superou puto as expectativas, que ele próprio criou. Não há culpa nisto, porque não há dinheiro nem ideia arrasadora que tenha ajudado a marca. O DN só se tornará relevante na net se trouxer cachas e marcar actualidade nos … Continue reading Rapidinha sobre o DN

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Meu querido cão sem ponto

Está a ser muito mais difícil do que esperava. Estás na almofada, no fundo da cama, na sala, não há quarto para arrumar porque o teu quarto era eu e tu eras tudo o que havia de extensão minha. Irrita-me, e não perdoo, que tenhas apenas "desaparecido", numa espécie de morte mas não morte. Fizeste … Continue reading Meu querido cão sem ponto

Eutanásia: em defesa do Nim

Não está fácil deixar morrer quem quer. A gente percebe a dor arrepiante, o cansaço absoluto. Afinal, a fronteira biológica não é ultrapassável e a consciência ainda não se enfia na "nuvem" para que o corpo seja descartável e a alma, não. Uma pessoa divide-se: lê os testemunhos e sabe que todos são sentidos e … Continue reading Eutanásia: em defesa do Nim

Quando a vida nos diz: “Nada!”

Perguntei há dias, na papelaria onde comprava os livros de BD, se sabiam da minha professora de Português, Maria Adelaide, que vivia no 1 Esquerdo. Sabiam. Morreu. Não vos sei dizer como, mas todo o sonho que tive naquela aula em que decidi escrever para a vida, foi-se. Aquela aula, de manhã cedo, em que … Continue reading Quando a vida nos diz: “Nada!”

Viva o 16 de Fevereiro! Cobranças nunca mais!

Porque até 19 de Julho do ano seguinte o país se tornou civil, sem absolutismos e, pela primeira vez, nenhum militar ocupava cargos e funções de soberania. É nesse dia que, finalmente, Portugal se livra, definitivamente de Salazar e Marcelo e dos normais mas conturbados anos pós-revolução de 1974. É nesse dia 16 de Fevereiro … Continue reading Viva o 16 de Fevereiro! Cobranças nunca mais!

É ser estúpido, estúpido

A civilidade. Implica isto um procedimento comum na comunicação código e referências para que se entendam dois ou mais sapiens sapiens. Esta manhã passa um tipo com uma T-Shirt estampada com focinhos de gatos em silhuetas dos Blues Brothers. Cinzento, preto, branco. Pergunto-me se o rapaz, que não passará dos 18 ou 20 anos, saberá … Continue reading É ser estúpido, estúpido

Usa o esperma, finalista!

Há sete mil (!) portugueses com menos de 20 anos numa aldeia espanhola, metidos numa sopa de massa, aos saltos, em calção de banho e biquini, contentes (?) por estarem numa piscina coberta a ouvir péssima música e vigiados por 150 polícias, que não os deixam fumar charros nem dar quecas à vontade. A isto, … Continue reading Usa o esperma, finalista!

A beleza de não ser o melhor pai do mundo

Os putos já sabem uma boa mão cheia de defeitos do pai que lhes calhou. Conhecem-me. Sabem que sou rezinga e chato, faço piadas secas, arranco-os da cama a destapá-los, a deitar-lhes água para cima, a fazer-lhes cócegas. Nego-lhes as tecnologias todas e enfiei-lhes uns Nokia velhos em vez de lhes dar smartphones... Não gostam … Continue reading A beleza de não ser o melhor pai do mundo

Ó Redes Sociais, parai que sou burro!

Não sei quem é a Marinela que morreu no Brasil nem consigo acompanhar as facadas que o Correio da Manhã "alerta alerta alerta!". Um gajo é simples e ainda está a digerir a vitória do Rui Rio e já anunciam que a Assunção vai ser primeira-ministra, tudo decidido num combate de boxe com a Mortágua, … Continue reading Ó Redes Sociais, parai que sou burro!

Quanta precisamos de ti, Steve

Somos uns ignorantes e Hawking sabia-o, como Sagan, como os gatos. Há um pequeno momento que nos acontece a todos: bater com a mão na testa e perceber "aquilo" - o sal a mais no refogado ou a vibração quântica do universo. À maioria está reservada a primeira: a breve descoberta de uma peça mecânica, … Continue reading Quanta precisamos de ti, Steve